Em 2020, comecei a estudar programação da forma tradicional. Comprei cursos, passei horas estudando e, pouco tempo depois, comecei a trabalhar em projetos para clientes de fora do Brasil.
Quando entrei na faculdade, participei de hackathons de grandes empresas, como Pague Menos, M. Dias Branco e Unimed — e venci os três.
Foi aí que percebi: o que gera valor não é escrever código. É criar soluções.
Depois disso, comecei a criar meus próprios produtos. Um deles foi o CvPorVaga, uma plataforma de inteligência artificial construída para resolver um problema real.
Essa primeira venda provou que era possível transformar uma ideia em um software que alguém pagaria para usar.
Hoje, com a inteligência artificial, criar software ficou muito mais rápido. Mas a IA ainda precisa de alguém que saiba identificar problemas, construir a solução e encontrar clientes.
Foi por isso que criei o Viver de Software.
Para ensinar você a criar, publicar e vender sistemas com IA — lançando seu próprio SaaS ou desenvolvendo soluções para empresas.
Você não vai aprender apenas a escrever código.
Vai aprender a criar soluções que vendem.